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Poetry Flow

Revolução - 12Dez2007 20:21:00

Cadeiras Preenchidas,
As mesmas vazias.
Lutadores de outras lutas
Gladiadores de outros tempos.

Revolucionário por uma vida
Não por uma guerra.
De verdadeiras causas
E não de palavras falsas.

Como Ché, Boliviar e tantos outros,
Que não são poucos...
Esquecidos, por quem quer,
Que um povo esqueça.

Lutemos pela sua glória... pela nossa
E não pela história. Lutemos
Por tudo aquilo que acreditamos
E não pelo que os outros querem
Que um povo triste acredite.

A luta é agora,
para este povo dividido
começar a ser unido.
Não saberemos se alguma vez será vencido
Ou se triunfará... mas sabemos que um dia
Esse dia chegará.


André Henry Gris

Fonte: http://poetry-flow.blogspot.com/2007/12/revoluo.html

Indecisões - 05Dez2007 10:26:00

Indecisões

Chega... foge... desaparece
Não, não o faças.
Espera... diz sim... ou não
A essas desgraças... a essas palavras,
Já não o sei se sim... se não
Diz a sussurrar no meu ouvido,
Pistas para eu deixar de estar perdido.

Larga beijos num chão, o teu cheiro num ar
Desenha a visão do que eu quero ver
Colho os teus beijos e sigo-os,
Saboreando um a um, e semeio
Para colher mais tarde, alheio
A tudo o que não irá passar.

Cuido deles, guardo... arrasto,
Na memória de uma história
Deste pequeno passado
Que de uma árvore plantadas já é floresta
Numa memória certa...
Que nunca será passageira... ou talvez não.
Pois a mão que semeia... a mão que semeou
Largou a semente e desistiu
De tudo o que antes lutou.


André Henry Gris

Fonte: http://poetry-flow.blogspot.com/2007/12/indecises.html

Serpente, maça ... pecado - 20Nov2007 22:23:00

És a dor.
e o fruto proibido,
uma maça... uma serpente.

a trinca dada,
marcará uma vida,
como o doce pecado
antes tocado.

hoje, temos vergonha
da ilusao do paraiso
com que este poeta
agora sonha.

no inferno,
onde a alma pecou
ainda sonha com aquela maça que trincou.
com a serpente...

e derepente percebeu,
se pudesse voltar a trincar
o fruto proibido
voltaria a faze-lo.

Pois o fruto proibido foi amar.

André Henry Gris

Fonte: http://poetry-flow.blogspot.com/2007/11/serpente-maa-pecado.html

Espero por ti... ilusao - 20Nov2007 22:19:00

Espero que entres
que sintas
o que já nao sentes.

espero por ti, por um tempo
espero pelo segundo mais lento,
pela vida mais rapida
espero pela saida.

da dor que mostras,
espero sem saber o que vai chegar,
espero para amar, consentes?

Deixa que eu viva num sonho,
belo demais para ser a realidade
em vez do pesadelo... esse que agora consinto.

nada mais tenho... se nao o caminho dos meus passos
nao os teus... e muito menos os de um passado.

escrevo a espera de um futuro.... eterno demais para chegar.

André Henry Gris

Fonte: http://poetry-flow.blogspot.com/2007/11/espero-por-ti-ilusao.html

Conquistador - 20Nov2007 22:15:00

Conquisto a dor da revolta
a solta,
nestas páginas de máguas.

conquisto um sorriso,
fruto
de um riso no passado
que a vida ensinou.

conquistou tudo
menos a voz
deste poeta mudo.

perdeu-se num oceano
todos estes anos,
onde pensou
que tinha o que nunca teve.

agora escreve,
sobre as batalhas futuras,
sobre derrotas passadas.

Num presente leve demais... para ser sentido.


André Henry Gris

Fonte: http://poetry-flow.blogspot.com/2007/11/conquistador.html

prisioneiro da noite - 20Nov2007 22:04:00

A espera da noite que se transforme em dia,
consome o pouco de sanidade que reside em mim.
Observo as pessoas a passarem por mim...
sem me tocarem sem olharem.
só eu vejo aqui mantenho-me prisioneiro.

prisioneiro de uma dor, de um ódio
que consome a noite em tons claros,
de espaços apertados.
que sufocam a respiração que luta
por sobreviver.

Não sei o que estou a perder, talvez a vida
sem perceber.
só sei que nada sei e continuarei sem saber.
reencontro a dor em qualquer nosso
ponto de encontro distante ou perto
sem ser certo.

A certeza que destruiu a pouca sanidade
que resta com salpicos de saudade numa difícil tempestade.

André Henry Gris

Fonte: http://poetry-flow.blogspot.com/2007/11/prisioneiro-da-noite.html

Entrego-te - 20Nov2007 21:59:00

Entreguei-te o meu sentimento,
os meus sonhos, os meus planos futuros
recebi o tormento,
de mais momentos escuros.

Na frieza desta cidade sem natureza,
encontra-se a alma desnudada,
numa tela pintada
por palavras, neste bloco de notas dolorosas.

que doem ao ler e ao reler, e ao escrever
ao sentir o que já nao existe, para ser sentido
num poema fechado, trancado a 7 chaves,
tu ainda lá vives, cada dia nasces,
mesmo querendo eu que morras....

André Henry Gris

Fonte: http://poetry-flow.blogspot.com/2007/11/entrego-te.html

um uivo de dor - 18Nov2007 20:47:00

Sofro agora em plena noite de lua cheia,
num uivo de dor encontro,
o ponto de recolha de um olhar pronto,
a ser contrariado por um eterno passado que já passou.

Permaneço agora eu...
novamente ateu do teu corpo
pois já não acredito que um dia volte a ser meu.

Tinha que acontecer alguma vez,
ontem, hoje ou amanha
só sei que foi de vez...
sem tempo nem verbo de um presente
apenas sinonimo de um passado.

com letras que juntam e formam palavras,
e desfazem outras num ciclo de poemas,
numa utópica verdade em prosa
sem formação, esquema ou sentido
como um poeta aqui nesta cidade estranha completamente perdido.

André Henry Gris

Fonte: http://poetry-flow.blogspot.com/2007/11/um-uivo-de-dor.html

A cegueira de um desejo - 18Nov2007 20:35:00

As minhas mãos, desenham o teu rosto,
não o que os olhos observavam mas o que a mão sentia,
o brilho desaparecido num oposto,
agora pelo toque dos meus dedos renascia.

Passeava pelos lábios agora proibidos de serem beijados
mas nunca de serem desejados,
pequei neles e desenhei os meus junto dos teus
segredos dos meus olhos fechados,
que projectaram dois corpos que se amavam.

Numa nudez da primeira vez,
em constante timidez
por entre estes olhos agora trancados
numa primeira vez... que desejei um beijo
e não pude tê-los.

André Henry Gris

Fonte: http://poetry-flow.blogspot.com/2007/11/cegueira-de-um-desejo.html

a mudança do poeta - 18Nov2007 20:24:00

já não desejo como desejava
não vejo como antes via
numa estrada amargurada ficava
um presente que a mim não pertencia

nascia, outro poeta não este de coração aberto
nascia um repleto de dor e malícia
que matava o outro que do amor fazia nascer poesia
agora... só a dor comandava esta estrada de ódio
num poeta nunca mais sóbrio.

desisti, quando quem dizia que amava,
simplesmente partiu,
nele a alma destruiu-se
e nunca mais foi o mesmo poeta que na dor se descobriu.

Não te impeço que tentes trazer de volta,
neste meu mundo fechado em obscuridade e revolta,
mas nunca mais serei o mesmo que sempre fui.
pois o poema deveria ser eterno mas foste tu quem o destruiu

e o sabor esse... agora voltou-se para outras folhas
outras folhas que não as minhas.

André Henry Gris

Fonte: http://poetry-flow.blogspot.com/2007/11/mudana-do-poeta.html

enterro - 01Nov2007 22:27:00

Enterrei-te ainda respiravas,
derramava terra sobre o teu corpo,
Respiravas cada vez menos,
Eu acompanhava,
Matava-te e tu a mim aos poucos.

A terra cobriu-te,
E as flores deram a última cor,
Ao que antes para mim foi sombrio,
Tudo passa... tudo se esquece,
E tu não serás excepção.

Continuarás a viver um pouco dentro de mim,
Mas esse pouco será insuficiente,
Abro os braços a quem sente,
Na esperança de ser sentido.
Lanço um sorriso por ter sido sempre verdadeiro
Nesse sentimento agora perdido.

Enterro-te e volto as costas,
Já não existem respostas,
Para as lágrimas que me fazes derramar.
Isso será dor, raiva e mesmo ódio mas nunca será amar
Como antes o era...


Mato-te para poder voltar a viver.

André Henry Gris

Fonte: http://poetry-flow.blogspot.com/2007/11/enterro.html

Descansa em Paz - 17Abr2007 08:02:00

Descansa em paz, ilusão.
não foste para o meu coração,
apenas para os meus sonhos,
na ingenuidade perdidos.

A mascará que caiu,
Nada fez, apenas destruiu.
Criou uma felicidade ilusória,
Por entre uma falsa história.

Eu, fui verdadeiro,
Dono dos meus sentimentos
sem glória nem segredos,
Amei, a sombra dum nevoeiro.

As brumas seguem o caminho,
Volto as costas... não era o destino.
Prossigo procuro mais que um momento...
Procuro as verdades no sentimento.

Essas que nunca irás encontrar.
Serás uma ilusão por isso... nunca saberás o que é amar.


Poetry Flow

Fonte: http://poetry-flow.blogspot.com/2007/04/descansa-em-paz.html

Meu Filho - 31Mar2007 11:32:00

Se algum dia caíres meu filho,
Não te dês por vencido.
Prossegue esse glorioso caminho.

Na queda, irás abraçar a experiência,
Aquela que magoa sem violência,
Mas que bruscamente ensina.

Não te deixes enganar por esse olhar,
Por vezes o que vês, não existe.
Não desistas por ser diferente, persiste
No olhar que consegue enganar.

Abraça essa brisa invisível que passa,
Não te limites, faz do mundo a tua casa.

Contempla os erros criados no teu passado,
Não repitas erros, aprende o significado.

Nunca ignores quem foste, estarás
A destruir quem um dia serás.
Nasce para aprender,
Para depois seres ensinado.

Não deixes que o medo prejudique o destino,
Corre Destemido, se é nele que encontras sentido.
Não deixes de amar só porque outros não sentem,
Não desistas o tempo irá fazer com que eles acreditem.

PoetryFlow

Fonte: http://poetry-flow.blogspot.com/2007/03/meu-filho.html

A Cura - 31Mar2007 11:31:00

O tempo que passou,
Dizem que é a cura,
Mas ainda não curou,
Declama a saudade que procura.

Pleno de esperança,
De um tempo que avança
E que sem fé reclama
A ausência de quem ama.

Observo o que o futuro reserva,
Por entre uma porta aberta
Que teima em não fechar,
É dor... a dor de saber amar.

Sempre que com esforço,
Tento esquecer,
Desenho um esboço
Do futuro que desejo ter.

A dor, essa de sem certeza
Saber que só em ti contemplo a beleza.
Esse tempo é dono da loucura,
Que nada faz, perdeu-se sem cura.

Fonte: http://poetry-flow.blogspot.com/2007/03/cura.html

O Mar - 31Mar2007 11:30:00

O mar que banha,
Essa manhã,
Que o sol raia,
A infância,
De quem já foi criança.
As ondas de raiva
A força,
De juntar palavras
Nessas ondas,
Derramadas
Pela natureza.
Como lágrimas
Que já não o são
Apenas criação,
De uma memória
Sem história,
Que perante o tempo
Desvanece,
Aos olhos
De quem agora cresce.
A maré que enche e esvazia
Essa dor...
Que antes nascia.
Será sempre bela


Poetryflow

Fonte: http://poetry-flow.blogspot.com/2007/03/o-mar.html

Nostalgia - 22Set2006 12:55:00

Vejo, com olhos de criança
Presos na esperança de um adulto.
Sinto como sentia, o que antes ouvia.
Leio, como antes lia.

Suspiro, um leve e curto
Por entre este ar quente,
de um passado adolescente.
Nada mais é que surto de saudade.

Sinto-me doente,
E impotente, para controlar o tempo,
Que passa sem deixar tempo,
Apenas a recordação presente.

Um grão de areia que desencadeia,
Tudo o que antes ficou.
Vejo-te ao longe como sereia,
Que encanta quem nunca por ela passou.

Recordo tudo o que antes observei,
Entendo o que antes encontrei, e não percebi
Nasci mesmo depois de já ter crescido,
Triunfei por apenas ter aprendido.

Hoje, observo da janela,
A vida que nunca achei bela.
Nos meus últimos e longos suspiros
Abraço todos os minutos perdidos.

PoetryFlow
22 de Setembro de 2006

Fonte: http://poetry-flow.blogspot.com/2006/09/nostalgia.html

Quem sou - 22Set2006 08:35:00

Serei o que sou,
Se nada de mim dou?
Entro sem rasto, por esse caminho.
Como quem procura um futuro sem destino.

Serei o que sou,
Se nunca ninguém amei?
Aquele amar tão intenso,
Que ninguém sabe ? nem mesmo eu sei.

Saberei para onde vou,
Se nem sei onde estou?
Estarei perdido ou simplesmente vencido,
Por uma vida que nunca lutou.

Saberei, Saberei tudo o que não sou,
Quando por estas palavras,
Descobrir, realmente quem sou.

PoetryFlow
22 de Setembro de 2006

Fonte: http://poetry-flow.blogspot.com/2006/09/quem-sou.html

Falsa Dor - 22Set2006 08:32:00

Não acredito, nessa tua dor,
Nessas lágrimas vazias pela tua face.
Não acredito nesse teu enlace,
Que crias-te na ausência do sabor.

Já acreditei, quando ainda era ingénuo,
Não sabia o que hoje sei?

Já foste tudo para mim,
Uma frase. Que era escrita sem fim.
Hoje, recordo saudoso apenas do sentimento.
Não de ti, foste apenas o momento.

Dessas falsas lágrimas,
Sorrisos em mim brotam.
Para quem outrora crias-te mágoa
pelas palavras que também amavam.

Foste um longo e delicioso desejo,
Que agora com outros olhos vejo.
Vejo a tua ausência do saber,
De quem teve tudo e nada soube ter.

PoetryFlow
21 de Setembro de 2006

Fonte: http://poetry-flow.blogspot.com/2006/09/falsa-dor.html

Olhar Perdido - 18Set2006 12:01:00

Perdeu-se como uma sombra na escuridão,
Mesmo assim procuro esse outrora doce olhar.
Busco esse brilho, da noite perdido nessa ilusão.
Nada será como dantes, sinto esse teu olhar distante num mar.

Nesse mar revolto, continuo a procura essa tua alma pura,
Onde as Ondas de saudade banham essa praia perdida,
Na areia essa tua beleza permanece escondida.
Só tu sentes, como a fruta que cai da árvore quando madura.

Continuas perdida, esquecida e teimas em ficar? em não cair.
Em cada sopro deste vento, continuas? permaneces esquecida,
Nesse ramo escondes a beleza que irá sempre existir.
Sopro estas palavras ao sabor do vento, que acordam essa alma perdida.

Na tua escuridão, perco-me, nessa sombra incessante.
Que faz com que sinta esse teu olhar cada vez mais distante.
Luto nessa escuridão e nela abraço o que mais ninguém abraça.
Sinto pela primeira vez esse teu olhar perdido, num mar de esperança

A luz traça um caminho vencido por entre a escura noite,
O sol triunfou, sobre o que a lua nunca conquistou.
Mas eu?
Conquisto esse teu antigo sorriso esse teu brilho doce.
Que outrora saudade criou neste que pela tua ausência chorou.


PoetryFlow
17 de Setembro de 2006

Fonte: http://poetry-flow.blogspot.com/2006/09/olhar-perdido.html

Escrevo no vazio - 08Set2006 15:20:00

Observo estes cadernos vazios,
Como quem procura algo? não encontro.
Perco-me neste labirinto que criei,
Nestas folhas lisas que desenhei.

Não consigo, sair estou preso nelas,
Continuam vazias mas belas.
Como se de mim não precisassem.

Contemplam o que eu não vejo,
Preenchidas num vazio desejo.

Desejo que outros contemplam,
Escrevo na ausência do ser
Grito nesse silêncio que é escrever.

Busco, por algo que ainda não crio,
Busco por este triste e sombrio vazio
Na esperança de um dia conseguir
Contemplar as palavras que agora escrevo, sem fugir.

PoetryFlow
8 de Setembro de 2006


Fonte: http://poetry-flow.blogspot.com/2006/09/escrevo-no-vazio.html

Sangue - 08Set2006 15:11:00

Este sangue escorre,
Nas mãos de quem morre.
Todo o seu corpo percorre,
Sem permissão.
Mata todo o alimento
Desse sentimento.
Deixa-o com o tormento
Que nada mais alimenta
Que a dor.
Estas palavras são o último pudor
De uma alma pura,
Que procura?
O que sem dor, matou.
Na ausência fica a pergunta
Porque é que esta alma não lutou?
Nesse corpo banhado, do seu sangue
Espero que estanque esse passado.
Essa ferida aberta, será certa.
A dor que lá permanece,
Como quem cai e cresce,
A cicatriz na pele,
Não desaparece?
Uma marca, preenche a vida.
Vivida na ausência,
Da dor preenchida.


PoetryFlow
8 de Setembro de 2006


Fonte: http://poetry-flow.blogspot.com/2006/09/sangue.html

Abracei a Ausência - 06Set2006 17:09:00

Abracei a dor que foi observar-te partir
Pouco antes de ter presenciado a tua chegada.
Nessas janelas entreabertas, por essa porta fechada,
Trancada a 7 chaves, roubas-te o que não era teu? vi-te partir.

Partiste o que criamos para nunca ser quebrado,
Mesmo assim olhei-te de frente, já fugias como uma sombra sem passado.
Continuei abraçado a uma ausência de forças que não deixam acreditar.
Deixas-te a dor que nascerá da beleza que agora tenho que matar.

Poderia ter sido tudo diferente, como quem não sente. Mas a dor estava presente.
Na minha mão nasce a faca que espeta lentamente nesse teu coração sem amor.
No meu sinto o sangue que devia escorrer no teu, no meu sinto a dor desse vazio amor.

Libertei-me desse rio que agora desagua num futuro que já foi turvo.
Resistem minúsculas partículas desse sangue, ainda aqui vagueiam.
Sobrevivem sempre derramadas no coração daqueles que amam.
Vi-te Partir, naquele dia perdido que agora foi encontrado.


PoetryFlow
6 de Setembro de 2006


Fonte: http://poetry-flow.blogspot.com/2006/09/abracei-ausncia.html

Autora

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Adriana Costa

Brasília - Brasil

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